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Resenha: Azar o seu



Azar o seu!





Bia está parada num engarrafamento no Rio de Janeiro, pensando em sua vida azarada. Sem emprego, atolada em dívidas, ela não imagina que está prestes a viver a grande coincidência da sua vida. O motorista do carro ao lado está buzinando, tentando se comunicar com ela, como se fosse um velho conhecido... E ele é! Mas Bia não o reconhece. E como poderia? Ele é um homem, não mais o garoto de dez anos atrás. Está mais encorpado, cortou o cabelo, livrou-se do aparelho nos dentes e das espinhas do rosto, está tão diferente, tão lindo... O motorista sai do carro, mas não tem tempo de se explicar, pois começa um violento tiroteio e eles têm que se jogar lado a lado no asfalto. Certa de que está prestes a morrer, Bia entra em desespero e se prepara para dizer suas últimas palavras, na esperança de que o suposto desconhecido deitado ao seu lado possa levar um recado a Guga, seu amor da adolescência, sem perceber que é ele próprio que está ali, ouvindo a inesperada declaração de amor! Os dois escapam juntos do tiroteio e, a partir daí, começam a se envolver, dia após dia... Guga, sem coragem de assumir sua verdadeira identidade. Bia, fascinada por ele e feliz consigo mesma por finalmente estar se apaixonando por alguém que não é Guga... Azar o seu! vai além de uma comédia romântica. É uma reflexão sobre a importância da amizade verdadeira, do perdão e do autoconhecimento, que nos resgata o poder de decidir sem medo e de reverter escolhas que nos impedem de ser feliz. 


Bia,Guga e Raíssa eram amigos de infância daqueles que nunca se desgrudam... Bem até que Guga se muda para Londres para estudar música e, durante os dez anos em que ficou lá não mandou notícias para Bia. Ela não sabia de nada, nem mesmo através de Raíssa, sua BFF. 
Bia está voltando de um velório, passando pela Cruz Vermelha no Rio quando um tiroteio ocorre, no meio do desespero Bia se joga no chão e se declara à Guga, mas ela nunca pensaria que ele próprio estivesse escutando tudo isso e, depois de escutar não se revela, passa a ser somente O cara.
O cara começa a se aproximar de Bia, que está muito feliz por ter se apaixonado por outra pessoa sem ser Guga. 
A narrativa da Carol é super engraçada, a Bia só se mete em encrencas que nos levam a risada imediata. O romance é fofo demais, eu estou aqui querendo um Guga para mim, que, além de ser uma namorado super fofo também é super amigo e bom ouvinte. Gostaria que criassem uma máquina onde pudéssemos tirar os personagens dentro do livro, assim o Guga seria somente meu.
Recomendadíssimo, como todos os Chck-lits você lê sem nem ver o tempo passar, ri, adora o romance e ama o livro, simples assim.

Resenha: Tempest


Tempest



Em 2009, o jovem Jackson Meyer descobre que pode viajar no tempo. Durante os seus “saltos” para o passado, nada muda no presente. Isso era apenas uma diversão inofensiva, até que sua namorada Holly morre durante uma invasão à sua casa. Em pânico, ele consegue voltar dois anos, mas descobre que ficou preso no tempo. Desesperado para voltar e salvar Holly, Jackson resolve tocar sua vida em 2007 e tentar descobrir o que puder sobre suas habilidades. Não muito tempo depois, as pessoas que atiraram em Holly, membros de um grupo apelidado pela CIA de “Inimigos do Tempo”, vêm a sua procura para recrutá-lo ou matá-lo. Com tudo isso acontecendo e Jackson ainda tentando encontrar pistas sobre as origens de sua família para descobrir mais sobre suas habilidades, ele precisa decidir até onde está disposto a ir para salvar Holly e possivelmente, o mundo inteiro.


Oi gente,
Deu para perceber meu sumiço né? É que eu viajei para um hotel SUPER-HIPER-MEGA-LEGAL e eu não entrei na internet nesses quatro dias! E não li nada, quer dizer terminei as 20 últimas páginas de Tempest e vou resenhar
Decepcionante e legal. A história é super original, Jackson pode viajar no tempo, mas diferentemente das viagens que conhecemos ele não pode mudar o futuro e, quando ele viaja, seu corpo continua na sua Base principal. Essa base é "onde" ele sempre tem que passar para poder saltar. Ele contou a uma só pessoa sobre suas viagens no tempo: Adam, que passa a fazer experiências com as viagens para eles saberem mais sobre elas. Essas experiências estão levando tempo demais e cada vez Jackson tem que contar uma mentira a Holly, sua namorada, sobre o que ele fará que não pode ficar com ela.
Numa bela noite Jackson está com Holly, em seu quarto na faculdade, e dois homens invadem o quarto e atiram nela, quando Holly está dando seu último suspiro Jackson salta no tempo, mas não é uma viagem normal, ele está preso dois anos atrás, 2007, e, por mais que tente não consegue voltar para seu presente, 2009. Pelo visto ele mudou sua base principal e terá que viver lá, sem saber notícias da Holly de 2009. E é nesse ano, no passado, que Jackson desvenda vários segredos, inclusive alguns que envolvem a CIA.
A narrativa é muito boa, mas é claro que eu não me identifiquei, afinal, Jackson é um homem. O livro seria perfeito se a história não tivesse seus "furos". Algumas coisas acontecem repetidamente e os "efeitos" são super diferentes. A autora deixou esses "furos" passarem despercebidos para algumas pessoas , tipo a minha vizinha, mas eu percebi e isso estragou a nota 5/5 que ele receberia, não vou contar que "furos" são esses, é Spoiler demais.
O romance entre ele e a Holly de 2009, achei muito forçado e ela aceita descobertas radicais rapidamente que, se eu soubesse dessas coisas acharia irreal e demoraria pelo menos uma semana para digrir, e a Holly de 2007, bem, fiquei com pena dela.
Soube agora que é uma série, mas não estou com AQUELA vontade de ler por causa dos "furos", mas vou para saber se a autora conserta-os.

Quem JÁ LEU e quer saber de que furos estou falando selecione o texto abaixo
Meios-saltos não alteram o futuro, nem os saltos completos, pelo menos o que ele fica preso em 2007, MAAAAS, o que ele faz para não conhecer Holly, um salto completo, muda sim. Isso quer dizer que saltos completos mudam o futuro, ou não?

Foi isso gente, Um beijo,
isa

||Literatura|| Resenha: Como (quase) namorei Robert Pattinson

Como (quase) namorei Robert PattinsonNome do Livro: Como (quase) namorei Robert Pattinson
Autora: Carol Sabar
Editora: Jangada
Onde comprar: Saraiva
Adicione no skoob

SINOPSE:
 Aos 19 anos, Duda é literalmente viciada na saga Crepúsculo. Já perdeu a conta de quantas vezes leu os livros da série e assistiu aos filmes. Através de um perfil secreto na internet, ela se comunica com outras fãs do Crepúsculo que, assim como ela, estão totalmente convencidas de que não há garoto no mundo que valha um dente canino do vampiro Edward Cullen. Sua obsessão ganha fôlego com uma temporada de estudos em Nova York, onde ela faz planos mirabolantes para conhecer pessoalmente Robert Pattinson, o ator que interpreta o vampiro nos cinemas. Mas, após um incidente com seus únicos (e insubstituíveis!) livros da saga, Duda entra em verdadeiro surto de desespero. Percebe, então, que uma mudança radical em seu comportamento “crepuscólico” é mais do que urgente. O que ela não esperava era conhecer Miguel Defilippo, seu vizinho na ilha de Manhattan, que é a cara do ator Robert Pattinson! Apaixonante, lindo, rico, misterioso e ambíguo, Miguel acaba se tornando um desejo mais inacessível para Duda do que o próprio astro de Hollywood. Uma história cheia de humor, aventuras e reviravoltas, para você chorar de rir! 

RESENHA:
Eduarda Maria Carraro, ou crepuscólica, é viciada na saga Crespúsculo. Ela mora com sua irmã, Susana, sua prima, Lisa e com a melhor amiga de sua irmã, Margô. As quatro decidem trancar a faculdade por seis meses porque vão para Nova Iorque fazer um curso de inglês.
Na LSA, escola onde estão, ela conhece Pablo, um espanhol super fofo que, de cara, percebemos que gosta muito de Duda, mas como nós, mulheres, somos teimosas, ela não se apaixona por ele, mas sim pelo seu vizinho que tem a cara de Robert Pattinson. Seu nome é Miguel, ele desaparece misteriosamente, mas quando Duda o vê ele é um super gentleman.
Bom em primeiro lugar NÃO, eu não gosto de crepúsculo, li o primeiro livro e não me encantei como achava. Mas comprei e li esse livro pois li, em algum lugar que era muito legal e que valia a pena ler. E confirmo é mesmo. Em muitas partes do livro ri, e fiquei muito brava com a Duda. Ela é toda afobada, faz coisas sem pensar e tem alguns parafusos a menos. É um livro super divertido para se ler um domingo chuvoso. Recomendo a leitura!

Beijos,
Isa

PS: achei um site que tem uma degustação dos dois primeiros capítulos. Clique