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Resenha: A menina que colecionava borboletas



Esse livro não tem uma história corrida, são várias crônicas. Diferentemente de Depois dos quinze essas crônicas são mais maduras e não são, praticamente, todas sobre amor.
As crônicas são bem curtinhas, têm, no máximo 4 páginas então dá para ler em tudo quanto é lugar,
na sala de espera do médico, no metrô, no recreio etc.
Li super rápido, comecei na fila do lançamento e terminei por volta das dez horas do domingo. É super leve e tem quotes apaixonantes. Acho que nunca marquei tantas frases em um livro só, gastei uma cartelinha de quatro cores, em cada cor tinha 20 post-its, então marquei 80 frases:

O livro tem várias ilustrações com quotes que não estão em nenhuma das crônicas e que são lindíssimas (já viraram legenda de fotos minhas no insta!)


A Bruna tem uma escrita ótima para crônicas, que não se repete em uma história corrida, como já comentado  na resenha de De volta aos quinze. Recomendadíssimo

Um beijo,
Isa

Resenha Partials






A raça humana está quase extinta após a guerra com os Partials – seres criados em laboratório, idênticos aos humanos. Eles liberaram o vírus RM, ao qual apenas uma pequena parte da população é imune. Os sobreviventes da América do Norte se reuniram em Long Island ao mesmo tempo que os Partials se retiraram da guerra misteriosamente.
Kira é uma médica em treinamento que vê, dia após dia, todos os bebês morrerem, pouco tempo após o nascimento. Há mais de uma década nenhum nasce imune ao RM. O tempo está se esgotando e, com ele, a esperança.
Decidida a encontrar a cura, Kira descobrirá que a sobrevivência dos humanos tem muito mais a ver com as ligações entre eles e os Partials do que se imagina. Ligações das quais a humanidade se esqueceu, ou simplesmente não sabia que existiam...



Oi gente,
ganhei esse livro de aniversário da minha tia, era um livro que já estava querendo há tempos desde que vi esse video da Pâm.
Em 2076 já fazem 11 anos que 99,96% da população foi extinguida por conta de um vírus, o RM, que foi lançado pelos partials. Os partials são "máquinas" criadas pelos humanos, com a aparência humana, para lutar ns guerras. Porém eles não conseguem se reproduzir e nem envelhecem.
Nos Estados Unidos se formou um "povoado" de humanos localizado em East Meadow, porém nem todos os humanos moram lá, há alguns que moram em fazendas ou são membros da voz, os rebeldes. A vida parece estar tudo bem, afinal não se vê nenhum partial há onze anos e têm uma civilização, porém o problema é que nenhum bebê sobrevive, as mulheres engravidam, por causa da Lei da esperança que diz que todas as mulheres de 18 anos para cima devem engravidar, têm um acompanhamento médico, fazem o parto em um sala totalmente esterilizada, porém nenhum bebê sobrevive mais de 3 dias, morrendo pelo RM. 
Kira trabalha na maternidade e acabou de ver uma das suas "irmãs" (quando ocorreu o break (quando o vírus RM foi lançado) as crianças perderam seus pais e os pais os filhos, então as crianças foram morar em casas com mães adotivas) perder o bebê e sua outra irmã ficar grávida. Ela não quer que Madison perca seu bebê e tem uma ideia, estudar um partial e descobrir o que faz eles serem imunes ao RM, assim salvando o bebê de Madison e outros que tem por vir.
Essa é a premissa do livro escrito por Dan Wells, que tem diálogos inteligentes e bem estruturados e uma das melhores formas de escrita já lidas por mim. Ele explica tudo bem direitinho para que nos entendamos tudo 100%, porque há muitas coisas envolvendo a medicina que só falando a gente não iria entender nada, mas ele explica tudo muito bem.
O livro têm muita ação e confesso que fico meio perdida nessas horas, meu cérebro não consegue de jeito nenhum formar uma imagem do que está lendo nessas horas, não é culpa da escrita do autor, e sim minha. 
Em East Meadow as pessoas só comem comida do "velho mundo" que, eu duvido, que não estivessem  passado da válidade após 11 anos, como o exemplo da farinha que usam em um momento do livro. Outra coisa é que ela diz que os bancos não existem mais, ou seja, o dinheiro também não, por isso tudo que têm acharam vasculhando os restos de lojas do velho mundo. Porém em muitas horas do livro aparece um vendedor de sushi e uma lanchonete. Fiquei com cara de interrogação nessas horas. 
Você começa a ler o livro sem saber direito o que está acontecendo e tudo só é bem explicado quando o livro já está no meio, acho que isso foi o único ponto ruim do livro. Porque demora a entender o que realmente aconteceu e você já precisa saber disso para entender outras coisas que estão acontecendo no momento.  
Uma obra original que super recomendo a todas as idades.

Nota: 5/5

Um beijo,
Isa

Resenha: O segredo de Emma Corrigan


Em O Segredo de Emma Corrigan , Sophie Kinsella segue a receita que fez da série Os delírios de consumo de Becky Bloom sucesso de público - foram mais de 35 mil exemplares vendidos só no Brasil - e crítica. Com humor e muito charme, ela nos apresenta a Emma, uma inglesa perto dos 30 anos, mas longe de uma definição na vida. Na memória ela guarda situações ultraconfidenciais: como perdeu a virgindade enquanto os pais assistiam Ben-Hur na sala de TV, o que pensa sobre o namorado, as peças que prega nos colegas de escritório, seu peso real.
Funcionária Júnior da Panther Corporation, uma empresa de produtos energéticos e esportivos com filiais por toda Grã-Bretanha, Emma vai a Glascow participar da reunião de marketing sobre um novo refrigerante, a Panther Cola. O que parecia uma grande oportunidade profissional se transforma num pesadelo. Como se não bastasse ter derramado a bebida num superior, seu vôo de volta para casa quase cai. Em momentos de tensão as pessoas fazem as coisas mais estranhas. E Emma Corrigan não é exceção. Acreditando estar a um passo de uma morte trágica, ela conta todos os seus pequenos pecados para o passageiro ao lado. Afinal, qual a probabilidade de vê-lo de novo? Ainda mais com vida?
Mas o destino decide brincar com a protagonista: o avião pousa em segurança e o distinto cavalheiro nada mais é que o fundador e presidente da empresa onde trabalha. E além dos segredos pessoais, Emma abriu o verbo sobre todos os colegas da Panther e suas estratégias para enrolar no serviço. Para recuperar o respeito profissional - e voltar às boas com o pessoal do escritório - Emma se mete nas situações mais inusitadas, quase novelísticas. Mas com as quais todas as mulheres acabam se identificando.

Oi gente, eu já tinha feito essa resenha há um tempo, mas estava com a minha professora (projeto ler é legal) e ela só devolveu no final do ano, mas antes tarde do que nunca!
Emma Corrigan, como qualquer um, guarda muito bem seus segredos. Porém ao achar que vai morrer num voo, por causa de turbulências, ela começa a tagarelar para o estranho da poltrona ao lado todos os seus segredos, afinal nunca mais vai vê-lo.
A empresa onde Emma trabalha, a Panter, vai receber uma visita ilustre de um de seus fundadores, Jack Harper. Em seu primeiro dia ele fica no setor de Emma, para ver como as coisas funcionam. Quando ele entra na sala, Emma quase cai para trás, Jack Harper é o "estranho" para o qual contou todos os seus segredos!
Ela tenta ao máximo evitá-lo, mas em todo lugar que ela vai lá está ele. Quando se veem, Jack sempre dá uma indireta quanto aos seus segredos, fazendo Emma contar mais e mais mentiras.
Emma estava certa de que amava muito a Connor, seu noivo. Mas a chegada de Jack acendeu um foguinho em seu coração.
O livro fará você se sentir triste, brava e dar muitos gargalhadas junto com Emma, normal de Sophie Kinsella.
O final, para mim, foi apressado demais, a autora poderia ter desatado o nó um pouco mais lentamente, não como se fosse "tirar o pai da forca", poderia ter posto mais histórias e feito nos deliciar ainda mais com o romance entre Jack e Emma. 
A narração é exatamente como Emma pensa, é como se estivéssemos dentro de seu cérebro.
Uma boa história, que ao terminar fará você ter vontade de contar segredos a um "estranho"

Nota:4,5

Beijos,
Isa

Resenha: 10 coisas que nós fizemos (e provavelmente não deveríamos)

Dez coisas que nós fizemos

Se tivesse a oportunidade, que adolescente de 16 anos não mergulharia de cabeça na chance de ir morar com um amigo e viver sem os pais? Nesta engraçadíssima história, Sarah Mlynowski investiga o coração e a mente de uma garota que está, pela primeira vez, por conta própria. Para chegar ao fim do ano, ela precisará fazer malabarismos com um triângulo amoroso, aprender a lavar roupa e aceitar que seu mundinho pode estar prestes a ser detonado… por cada coisa que não deveria ter feito.







April tem 16 anos e há dois anos passou por uma depressão quando seus pais se separaram e sua mãe se mudou para Paris. April se sentiu abandonada. Passou por toda essa "barra" com a ajuda de suas amigas, mas mais importante com ajuda de Noah, seu namorado. Agora April está prestes a se mudar, seu pai e sua mulher, Penny estão se mudando para Cleveland, Ohio, e querem que ela vá, porém ela consegue ficar. Ela vai morar na casa de sua amiga Vi,  porém seu pai não sabe que a mãe de Vi vai passar uma temporada fora de casa atuando em um espetáculo, Mary Poppins. Então é somente Vi e April. 
O livro é dividido em 10 capítulos (as 10 coisas), nesses capítulos há "subcapítulos", que são narrados tanto no presente quanto no passado, que nos ajudam a ver como o passado a transformou. April passa o livro inteiro dizendo que ama Noah, mas em nenhum momento eu senti o amor, normalmente os livros passam seus sentimentos para nós, tensão, alegria, tristeza, amor. Porém não foi o que aconteceu e, para mim deixou muito claro o que aconteceria. A narrativa é um pouco fraca e eu realmente não senti que me prendeu, só continuei porque queria dar um freeze na minha cabeça após ter lido A casa de Hades, que é bem tenso. Me fez esquecer um pouco das preocupações do mundo real e só me divertiu, às vezes me fazendo gargalhar.
A narrativa é leve e um adulto com certeza não gostaria,  o livro é bem  teen. Os adolescentes vão amar e querer estar na pele de April, sem supervisão de um adulto para fazerem o que quiserem.

Nota: 3,5

Beijos,
Isa

Resenha: De volta aos quinze

De Volta aos Quinze



Anita tem 30 anos e sua vida é muito diferente do que ela sonhou para si. Um dia, ao encontrar seu primeiro blog, escrito quando tinha 15 anos, algo inusitado acontece e tudo ao seu redor se transforma de repente. Com cabeça de adulto e corpo de adolescente, ela se vê novamente vivendo as aventuras de uma das épocas mais intensas da vida de qualquer pessoa: o ensino médio. Ao procurar modificar acontecimentos, ela começa a perceber que as consequências de suas atitudes nem sempre são como ela imagina, o que pode ser bem complicado. Em meio a amores impossíveis, amizades desfeitas e atritos familiares, Anita tentará escrever seu próprio final feliz em uma página misteriosa na internet.
Anita tem 30 anos e ao entrar em seu blog, que começou quando tinha 15, com medo do primeiro dia de aula do ensino médio, ela faz uma viagem no tempo e "entra" em seu corpo de quinze anos, porém com cabeça de trinta. Ao lembrar de como seu primeiro dia de aula, Anita faz as coisas serem diferentes, com pequenos atos, e, consequentemente acaba mudando o futuro. Ela chega a voltar algumas vezes no passado e, em uma delas, faz, sem querer, com que Henrique, seu melhor amigo não a conheça. Então ela vai atrás dele, porém há alguns problemas: foi demitida e ele mora em Paris.
A ideia é muito boa, mas algumas coisas não foram tão pensadas assim, a Bruna colocou muito de si na personagem (as duas nasceram em uma cidade no interior de minas, as duas usavam óculos, criaram um blog aos quinze anos, as duas têm paixão por fotografia, gata preta, se mudaram para São Paulo etc.). Na minha opinião quando se cria um personagem ele pode sim ter algumas características suas, porém não precisa ser seu "clone" com nome diferente. Ela também poderia ter escolhido criar uma personagem com uma idade parecida com a dela (19 anos), não uma tão mais velha, sendo assim as ações de Anita, se pareceram muito com as de uma adolescente, não de uma mulher adulta.
Outra coisa é que a leitura não flui, vai empacando. Ela põe ação por ação, não a ação inteira, como se ela tivesse dividido-as em passos, então você imagina "passo a passo" e isso deixa a leitura cansativa, fora que o romance, que rola um pouco é bem irreal, não aconteceria na realidade, talvez sim, porém com mais tempo. A Bruna quis deixar o final com cara de "quero mais", mas desculpa, não aconteceu.
Acho a Bruna uma boa escritora, mas para histórias de não mais de 80 páginas (até onde o livro estava legal), então se for ler algo dela leia seu livro de contos, o Depois dos quinze.

Nota: 2,5/5


Beijos,

Isa

Resenha: cidades de papel


Cidades de Papel





Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.
Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.
Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.


Oi gente, 
Depois de um mês do lançamento consegui ler Cidades de Papel do meu querido e maravilhoso, John Green.
Quentin, ou Q, sempre foi apaixonado por Margo Roth Spiegelman, mas ela nem "dava bola" para ele. Numa noite, que Q achava comum, Margo, entra pela janela de seu quarto e o convida para sair com ela. Não, não é um encontro ou coisa do tipo, Margo quer aprontar todas com seu (ex-)namorado, Jase, com Becca, com quem Jase a traiu, e com Lacey, que sabia do caso e não contou a Margo. Uma noite inesquecível para Quentin.
No dia seguinte, ele estava ansioso para saber como Margo o trataria e os outros, porém ela não vai à escola. "Normal", até porque Margo já fugiu de casa várias vezes, deixando "pistas" para onde tinha ido, mas as pistas eram tão vagas que ninguém nunca "matou a charada". Depois de alguns dias Quentim começa a querer procurá-la, e todas as pistas que vai achando tem certeza de que são para ele. De que ela o escolheu para achá-la, como naquela noite.
Com a ajuda de Radar, Ben e Lacey eles vão atrás de Margo e de suas pistas que mais parecem ruas sem saídas. Mas Quentin não vai desistir até encontrá-la, nem que seja numa cidade de papel...
Amei. Mais um livro magnífico de John Green. É isso que gosto nele, ele consegue escrever vários tipos de livros, nerds (O teorema Katherine), drama (A culpa é das estrelas e Quem é você, Alasca?) e até um tipo de mistério, como é o caso e não deixarem de ser bons. A narrativa dele é muito boa. O livro é muito inteligente e como sempre, tem aquela pegada nerd. Os personagens que ele construiu são divertidos, interessantes e super reais.
Uma coisa que achei parecido é que, como em  Quem é você ,Alasca? Quentin, assim como Miles, tenta descobrir quem realmente é Margo. Quanto mais pistas ele acha , mais ele pensa que não a conhecia ela, então, quem realmente é Margo Roth Spiegelman?
Uma coisa que me irritou muito é que NADA acontecia, pistas e mais pistas para nada, acho que faltou ele por alguns acontecimentos, para dar mais ânimo ao leitor. Mesmo com esse defeito o livro não deixa de ser genial, mais uma obra maravilhosa do John Verde.

Nota: 4,5/5

Beijos,
Isa


[Resenha]: Os Treze Porquês

Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra um misterioso pacote com várias fitas cassetes. Ele ouve as gravações e se dá conta de que foram feitas por uma colega de classe que cometeu suicídio duas semanas antes. Nas fitas, ela explica que 13 motivos a levaram à decisão de se matar. Clay é um deles. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.

Hannah se suicidou. Sem uma explicação do porquê para ninguém.
Pelo menos era isso que Clay pensava...
Clay Jensen encontra, na entrada da sua casa, uma caixa de sapatos sem remetente. Dentro havia sete fitas cassete, cada um com dois lados, fita 1 lado A e lado B, fita 2 lado A e lado B e assim por diante, menos a última fita que só tem um lado. O áudio? O “bilhete de suicídio às avessas” de sua amiga Hannah Baker. Ela gravara aquelas fitas para as pessoas que, segundo ela, a fizeram cometer suicídio, pessoas que a ridicularizaram e criaram boatos sobre ela na escola, que não a ajudaram quando mais precisava. Clay está na lista. Mas não sabe o motivo já que julgava nunca ter feito nada para machucar Hannah.
O inicio do livro é uma coisa tensa: Clay não sabe o motivo de ter recebido a caixa com as fitas, não sabe qual delas fala sobre ele, não sabe quem já as ouviu e quem sabe segredos que ele próprio não sabe. Ele sente medo, angustia por ouvir novamente a voz de Hannah, sente-se culpado e teme que descubram o que ele está ouvindo. Essa tensão se perde um pouco em alguns momentos do livro, mas muitas vezes levei sustos, fiquei nervosa. O livro te prende justamente pela curiosidade de saber quem será o próximo e qual sua contribuição para a decisão final de Hannah.
Comecei a gostar da Hannah já na primeira fita, quando nas lembranças ela se mostrava uma pessoa amável e cheia de sonhos. Já o Clay, fui me apegando muito a ele, e ao longo do livro tive um sentimento de pena, porque se alguém realmente ia ficar mal com aquelas fitas, seria ele.
Os primeiros "porquês" me pareceram um tanto bobos, mas é aí que entra o efeito "Bola de Neve", como fala Hannah. Se pararmos para recapitular a história no final, vemos que um motivo que parecia bobo no começo, foi um dos motivos que fez ela desistir dela mesma.
Uma das coisas que mais gostei, é o tempo em que se passa a história, porque mesmo o livro sendo ambientado nos dias de hoje, ele me passou uma ideia dos anos 80.

"Mas você foi a pessoa que tirou tudo isso de mim. Bom... nem tudo. — A voz dela treme — Mas tirou o que havia sobrado." — Página 78

Bjs,
Maria

Resenha dupla: Apaixonada por palavras e Depois dos quinze

Apaixonada por palavrasDepois dos Quinze

Eu decidi reler esses dois livros porque é muito legal quando se identifica com o escritor, parafraseando Paula Pimenta: 

"é indescritível a sensação de ler um texto e se identificar totalmente com as palavras do escritos. É como se ele tivesse roubado a ideia que eu ainda não havia tido, mas que já existia em mim. Emocionante perceber na medida em que meus olhos vão descendo por sobre o texto, que existe alguém que pensa como eu."- Apaixonada por palavras, p.29
E toda garota com certeza vai passar por uma, ou várias situações que as autoras passam, principalmente falando de garotos. Na primeira vez que li eu não estava gostando de menino algum então foi um pouco mais difícil de se identificar, quer dizer eu já havia gostado de outro garoto, então já havia sentido muitas das coisas escritas ali, mas quando está acontecendo com você é muito mais fácil se identificar, como é o caso agora.
Conversando com uma amiga, blog dela, ela disse que prefere Depois dos quinze a Apaixonada por palavras e acho que isso deve acontecer com muitas garotas. Acontece que a Paula, por ser mais adulta, já não está mais naquela fase dos garotos, e escreve sobre outras coisas, a Bruna também escreve sobre outras coisas, mas grande maioria dos textos dela são para um garoto ou sobre ele. Uma grande parte do público desse livro tem entre 12 e 16 anos então acho mais fácil gostar mais de Depois dos quinze, pois a maioria dos textos foi escrito quando a Bruna ainda estava nessa fase. Não estou menosprezando a Paula, de jeito nenhum ela é minha escritora nacional brasileira favorita e eu amo esse livro. Me identifico com muitos textos, mas há coisas lá que ainda não passei e não tenho uma opinião formada.
As minhas partes prediletas em Depois dos quinze são histórias que a Bruna cria, por mais que seja bom ler crônicas e se identificar com elas, ainda prefiro as histórias, que me teletransportam para o lugar narrado e eu esqueço tudo que me aflige na realidade,  enquanto as crônicas me fazem viver o presente e sentir várias coisas, boas e ruins.
Adoro esses dois livros e recomendo para garotas, se você é um menino, nem leia, não vai se identificar com nada, mas se quiser entender a cabeça das garotas, para conquistar uma, tem uma crônica em Apaixonada por palavras, chamada Carta a um futuro namorado, lendo ela pode-se considerar o garoto dos sonhos para toda mulher, ou pelo menos para mim!

Nota:5/5 

Beijos,
Isa

Resenha: Just listen








Depois de ter sido pega com o namorado da melhor amiga numa festa, Annabel Green começa o ano letivo sozinha e sendo ignorada pelo resto da escola. Mas o que realmente aconteceu naquela noite ainda é segredo, que ela não se arrisca a contar para ninguém. Os problemas de Annabel são explicitados pela recusa da família em admitir os próprios problemas, a fissura da mãe para que as filhas virem modelos famosas e Whitney, a irmã do meio, que sofre de anorexia. Uma amizade com Owen, o DJ da rádio comunitária, que tenta constantemente ampliar os gostos musicais de Annabel, fará a tímida jovem aprender a falar a verdade, doa em quem doer.


Annabel Greene sempre foi uma das populares da escola por andar com Sophie. Mas essa amizade acaba em uma festa quando Sophie pega Annabel em uma festa com seu namorado, Will Cash. A partir daí ela fica sozinha na escola e é xingada.  
Ela começa a passar o recreio em um muro e ao seu lado senta-se um outro garoto solitário, Owen. Owen é sincero, diferente de Annabel que mente, ou melhor omite os fatos para não magoar os outros.
-Porque a verdade dói ás vezes- respondi.                                                                             -É- ele disse- Mas as mentiras também.

Owen ouve música sempre e o silencio o incomoda. Eles começam uma amizade em que o ”objetivo” de Owen é fazer com que ela “Não pense nem julgue. Apenas ouça”.
Se Annabel aprendesse a falar a verdade talvez ela não precisasse trabalhar como modelo só para agradar a mãe e talvez aquela noite finalmente parasse de atormentá-la.
Eu achei o melhor livro da Sarah que eu li, eu achei que essa narrativa me transportou melhor para o mundo e para os problemas de Annabel. Ela trata de vários assuntos familiares e também que as famílias nem sempre são tão perfeitas como achamos ser, Annabel fala toda hora. Ás vezes nem damos bola para alguém, mas se conversássemos com ela poderíamos saber que ela sofre e precisa de um ombro amigo. 
Nesse livro também está presente anorexia, relação familiar em muitas coisas o que faz com que seja impossível não se identificar com a vida de Annabel.

Um beijo,
Isa




Resenha: Belo desastre


Belo Desastre




Abby Abernathy é uma boa garota. Ela não bebe nem fala palavrão, e tem a quantidade apropriada de cardigãs no guarda-roupa. Abby acredita que seu passado sombrio está bem distante, mas, quando se muda para uma nova cidade com America, sua melhor amiga, para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy da universidade. Travis Maddox, com seu abdômen definido e seus braços tatuados, é exatamente o que Abby precisa – e deseja – evitar. Ele passa as noites ganhando dinheiro em um clube da luta e os dias seduzindo as garotas da faculdade. Intrigado com a resistência de Abby ao seu charme, Travis a atrai com uma aposta. Se ele perder, terá que ficar sem sexo por um mês. Se ela perder, deverá morar no apartamento dele pelo mesmo período. Qualquer que seja o resultado da aposta, Travis nem imagina que finalmente encontrou uma adversária à altura. E é então que eles se envolvem em uma relação intensa e conturbada, que pode acabar levando-os à loucura.


Abby era uma aluna daquelas que ninguém fala sobre, mas isso muda a partir do momento em que ela fica amiga do melhor lutador e o mais "pegador" de toda Eastern, Travis Maddox. Essa amizade fica mais profunda quando ela perde uma aposta feita com Travis e tem que passar um mês no apartamento dele. Travis muda muito e o motivo é só um: Abby, mas ela parece ser a única que não percebe o que está acontecendo com ele. Ela começa a namorar Parker e isso deixa o humor de Travis BEM ruim.
Quando acontece algo de mal com Abby sua melhor amiga está sempre lá para ajudá-la. Uma coisa ajuda-as a sempre estar a par uma da vida da outra, Ameria namora o primo de Travis, Shepley.
Logo no começo do livro falei que o livro era viciante, e era, mas a partir do momento que ela e Travis começam a namorar, fica chato pra caramba, eles brigam e reconciliam, TODA hora. Os acontecimentos são sempre iguais: vão numa festa, a Abby dança/conversa com outro cara o Travis fica bravo, bate nos caras, tira ela da festa, (ou não), à força, ela sai de mau humor da festa e eles brigam.
Esse livro tinha de tudo para entrar na minha lista de favoritos. Mas não aconteceu, a Abby é irritante, não decide o que quer, o Travis é FOFO demais, mas quando fica bravo me irrita porque ele resolve tudo "na mão".  O livro não é ruim, a narrativa da Jamie é bem boa. Achei que a Abby não merece uma amiga que nem a America, a America está sempre lá para defendê-la, e a ela sempre fica calada quando acontece alguma coisa com a America, se é que acontece. O Finch é o melhor personagem de todos, ele é engraçado, e sempre consegue fazer a Abby ficar "de boa". Não recomendo esse livro, mas quem quer um romance, cheio de reviravoltas, brigas, uma personagem irritante,  quotes PERFEITAS e outras coisas sim.

Nota: 3,5

Beijos,
Isa

Resenha: Deslembrança

Toda noite, quando London Lane recosta a cabeça no travesseiro e dorme, cada mínimo detalhe do dia que viveu desaparece de sua memória. Pela manhã, restam-lhe apenas lembranças do futuro: pessoas e acontecimentos que ainda estão por vir. Para conseguir manter uma rotina minimamente normal, London escreve bilhetes para si própria e recorre à sempre fiel melhor amiga. Já acostumada a tudo isso, ela tenta encarar a perda de memória mais como uma fatalidade que como uma limitação. Mas, quando imagens perturbadoras começam a surgir em suas lembranças e London precisa, de algum modo, escapar delas, fica claro que para entender o presente e o futuro ela terá que decifrar o que ficou esquecido no passado.




Bilhetes e notas: Para London são tão importantes quanto o ar para respirar. Todos os dias, às 04:33 da manhã, o cérebro da menina se reinicia, e todas as lembranças do dia anterior são apagadas da sua mente.

"Não tenho passado. Minhas únicas lembranças estão no futuro"


No começo, é um pouco difícil entender a cabeça de London, mas depois vamos entrando na história e a compreendendo que as lembranças dela, são as visões do futuro.
Para não esquecer-se do que faz no dia, antes de dormir escreve vários bilhetes para lê-los no outro dia ao acordar, e atualizar a sua vida. Quem não sabe dessa deficiência, a considera uma jovem normal, como qualquer outra. Porém, fatos começam a aparecer em sua vida o que levou a algumas mudanças.
Primeiramente, aparece um lindo jovem chamado Luke Henry. Logo se apaixonam e começam a namorar. London não conta para o novo namorado o seu problema, julga que o relacionamento está tão perfeito, que se contasse poderia estragá-lo; além do mais, parecia que ele nem notara que ela tinha essa pequena deficiência.
Outro novo fato era uma triste lembrança que London tinha do futuro; um enterro. Ela sonhava todas as noites com a mesma triste fantasia, que com certeza era uma cena que iria acontecer. Sabia que alguém iria morrer, mas não sabia quem realmente era. Luke não aparecia em sua lembrança. Isso começou a preocupá-la, será que o enterro era dedicado a Luke? Será que valeria a pena conviver e amar uma pessoa que no futuro iria morrer? Ela não saberia, não tinha certeza de quem realmente estava no caixão. Sabendo disso, julgava que poderia mudar esse triste futuro. Sempre fazia isso, tentava evitar dores futuras. Muitas vezes, avisou sua melhor amiga, Jamie, das visões que tinha sobre o futuro dela, que não eram muito boas, mas Jamie brigava com London, pois queria viver sua vida sem previsões do futuro. Grande parte do livro, as duas ficam brigadas, com London tentando reconquistar essa “verdadeira amizade”. E que bela amizade, né?! A amiga tenta ajudá-la, mas Jamie é tão orgulhosa que não aceita. Admito que tive muita raiva disso, London correndo atrás de uma amizade que não se importava com ela.

Na minha opinião Cat Patrick escreveu um ótimo romance, bem envolvente e misterioso. Gostei muito disso no livro, as “deslembranças” e os mistérios de London. Só não gostei de uma coisa: O final. Achei que ficou a desejar, precisava de mais complementos...

Bjs,
Maria

Resenha: O pássaro



O Pássaro





Caroline Mondevieu é filha de um poderoso Barão e tem tudo o que uma dama da época poderia querer: status, riqueza e um ótimo partido para se casar. Seus sonhos, no entanto, vão muito além de vestidos caros ou um bom marido; ela quer ser dona do próprio destino. Sua vida muda completamente quando encontra Bernardo, um charmoso domador de cavalos que parece ter o dom de irritá-la. Eles não conseguem se entender até quando percebem que, para alcançar o sonho em comum da liberdade, terão que passar por cima das suas diferenças e se unirem num arriscado plano que promete transformar suas vidas para sempre. Grandes emoções os aguardam em sua jornada; perseguição, mistérios, ciganos e o despertar de um sentimento que insiste em se manter escondido. Mas o que parece tão simples envolve muito mais magia e coincidências que eles podem imaginar, além da descoberta de segredos, até então, muito bem guardados. Uma história romântica e surpreendente que irá prender sua atenção desde a primeira página. Você está preparado? 



Iria postar a resenha desse livro semana que vem, mas depois de muitos pedidos nos comentários do post passado pela resenha do livro resolvi postar hoje.

Primeiro, fizemos parceria com a autora (Samanta Holtz) e um exemplar já foi sorteado na promoção de um ano do blog chá com bolacha.


Pássaros são livres, voam de um lado a outro, sem ninguém para falar a eles o que fazer ou decidir seu destino por eles, como acontece com Caroline, filha do poderoso barão Enézio montevideu, que tem um coração mais duro que pedra e decide tudo, tudo mesmo, com relação às filhas caroline e Elizabeth.
Naquela época, feudal, todos os ricos eram mimados, não faziam nada da vida, as mulheres eram, praticamente, vendidas para o casamento, se casavam, viviam uma vida luxuosa e desprezavam os pobres, coitados destes, sem mobilidade social, na qual pode-se mudar de classe social, eram submetidos a horas e horas de trabalho e também não eram livres, assim é com Bernardo, o filho do domador de cavalos da família Montevideu.
Caroline não é como as jovens da época, sonhava em ser livre como um pássaro pra fazer o que bem entender, isso inclui ser livre para escolher com quem casar. E é justamente na infeliz noite de seu casamento que Caroline foge, junto com Bernardo. Como você deve estar imaginando sim, eles vivem um amor, que demora para ser reconhecido pelos dois que estão focados com a vida além a propriedade dos Montevideu.
A narrativa da Samanta é em terceira pessoa, o que pode passar um sentimento de distância com relação aos personagens, mas ela narra tão bem que não sentimos esse distanciamento. Por ser em terceira pessoa deu a autora liberdade para não só narrar o que se passa com Caroline (sua fuga), mas como anda as coisas no casarão, com a mãe, Antonelle que adorei, com Elizabeth, seu casamento e contratempos deste, os "caçadores " de Caroline, e seu pai, mas é claro que na maioria das vezes em que os pensamentos e sentimentos são mostrados é de Caroline ou de Bernardo porque são os protagonistas.
O livro tem alguns erros, na maioria troca de nomes, mas é perdoável e você deixa passar porque quer mais é saber o destino dos personagens e os muitos segredos que estes escondem.
O final, deixa bem claro o tipo de mulher que Caroline é e o que o amor é capaz de fazer.
Recomendadíssimo, um do melhores romances da literatura nacional.




PS.: Amanhã eu viajo para os EUA! Então vou ficar bem off. Blogs parceiros não fiquem tristes se eu não comentar, é porque eu não pude. Me desejem sorte, vou ser eu no meio de uns 30 meninos! Hhaha. Quando voltar eu faço um vídeo mostrando minhas comprinhas!

Beijos,
Isa

Resenha: Garotas de vidro


Garotas de Vidro




Lia está doente e sua obsessão pela magreza a deixa cada vez mais confusa entre a realidade e a mentira. Mas ela perde totalmente o controle quando recebe a notícia de que sua melhor amiga, Cassie, morreu sozinha em um quarto de motel. E o pior: Cassie ligou para Lia 33 vezes antes de morrer. O que começou como uma aposta entre duas amigas para ver quem ficaria mais magra tornou-se o maior pesadelo de duas adolescentes reféns de seus próprios corpos. Ao negar seu problema, Lia impõe a si mesma um regime cruel em que contar calorias não é o bastante. Ao omitir seu desespero, apela ao autoflagelo numa tentativa premeditada de aliviar seus tormentos. Seus pais e sua madrasta tentam ajudá-la a qualquer custo, mas nem mesmo sua doce irmã, Emma, consegue fazer com que Lia pare de se destruir. Agora, Lia precisa encontrar um modo de lidar com todos os seus fantasmas, e a morte de Cassie é um deles. Garotas de Vidro é uma história intoxicante sobre a autorrepugnância e a busca pela identidade. Neste livro, Laure Halse anderson aborda de modo realista a dolorosa condição de jovens que sofrem de transtornos alimentares e sua complicada relação com o espelho e consigo mesmos. 


Lia e Cassie têm distúrbios alimentares, Lia anorexia e Cassie bulimia. Elas brigaram, mas a doença não foi embora com a briga, é o que dizem as 33 ligações de Cassie para Lia na noite anterior a ser achada morta em um quarto de motel. SOZINHA. Se Lia já tinha problemas demais com Cassie viva, um pai e mãe ausentes, uma madrasta que tenta fazer o papel de mãe e Emma,  meia irmã que adora Lia mais que tudo, imagina com a morte de Cassie. Alucinações de fantasmas, no caso, o fantasma Cassie ocorrem frequentemente. Nas "visitas " de Cassie, o fantasma, ela tenta levar Lia para o "seu lado", os dos mortos, deixando-a mais fraca, e, consequentemente mais magra, bem mais magra, comendo 400 calorias por dia e queimando-as todas as noites enquanto deveria estar dormindo.
Já sabia que o livro seria forte, mas não pensava que seria tanto, o livro mexe de uma forma com você que, quando você vê uma comida, não importa qual, você quer comê-la,  para não ser como Lia, pelo menos esse foi o efeito em mim. Por mais que quase ninguém, acredito eu, tenha o problema de Lia, você se identifica com o livro, pois ela é pressionada pelos pais para ser a garotinha perfeita e, cá entre nós todos nós já nos sentimos assim, pressionados para ser A filha, A aluna e muitos outros "As". Ou pelo fato de termos pais que são ausentes ou por sermos pressionadas por alguém que se inspira na gente na hora de fazer escolhas, na maioria das vezes são irmãos ou irmãs mais novas e, quando vamos fazer uma escolha pensamos neles, se será um bom exemplo para eles seguirem.
Eu não recomendo o livro para menores de 14 anos, por mais que eu tenha 13, o livro é muuuuuuuuuito forte, se for ler, leia, mas sabendo que terão cenas bem fortes que demorarão um tempo para saírem da sua mente. 

Nota: 4,5





Um beijo, 
Isa

Resenha: Azar o seu



Azar o seu!





Bia está parada num engarrafamento no Rio de Janeiro, pensando em sua vida azarada. Sem emprego, atolada em dívidas, ela não imagina que está prestes a viver a grande coincidência da sua vida. O motorista do carro ao lado está buzinando, tentando se comunicar com ela, como se fosse um velho conhecido... E ele é! Mas Bia não o reconhece. E como poderia? Ele é um homem, não mais o garoto de dez anos atrás. Está mais encorpado, cortou o cabelo, livrou-se do aparelho nos dentes e das espinhas do rosto, está tão diferente, tão lindo... O motorista sai do carro, mas não tem tempo de se explicar, pois começa um violento tiroteio e eles têm que se jogar lado a lado no asfalto. Certa de que está prestes a morrer, Bia entra em desespero e se prepara para dizer suas últimas palavras, na esperança de que o suposto desconhecido deitado ao seu lado possa levar um recado a Guga, seu amor da adolescência, sem perceber que é ele próprio que está ali, ouvindo a inesperada declaração de amor! Os dois escapam juntos do tiroteio e, a partir daí, começam a se envolver, dia após dia... Guga, sem coragem de assumir sua verdadeira identidade. Bia, fascinada por ele e feliz consigo mesma por finalmente estar se apaixonando por alguém que não é Guga... Azar o seu! vai além de uma comédia romântica. É uma reflexão sobre a importância da amizade verdadeira, do perdão e do autoconhecimento, que nos resgata o poder de decidir sem medo e de reverter escolhas que nos impedem de ser feliz. 


Bia,Guga e Raíssa eram amigos de infância daqueles que nunca se desgrudam... Bem até que Guga se muda para Londres para estudar música e, durante os dez anos em que ficou lá não mandou notícias para Bia. Ela não sabia de nada, nem mesmo através de Raíssa, sua BFF. 
Bia está voltando de um velório, passando pela Cruz Vermelha no Rio quando um tiroteio ocorre, no meio do desespero Bia se joga no chão e se declara à Guga, mas ela nunca pensaria que ele próprio estivesse escutando tudo isso e, depois de escutar não se revela, passa a ser somente O cara.
O cara começa a se aproximar de Bia, que está muito feliz por ter se apaixonado por outra pessoa sem ser Guga. 
A narrativa da Carol é super engraçada, a Bia só se mete em encrencas que nos levam a risada imediata. O romance é fofo demais, eu estou aqui querendo um Guga para mim, que, além de ser uma namorado super fofo também é super amigo e bom ouvinte. Gostaria que criassem uma máquina onde pudéssemos tirar os personagens dentro do livro, assim o Guga seria somente meu.
Recomendadíssimo, como todos os Chck-lits você lê sem nem ver o tempo passar, ri, adora o romance e ama o livro, simples assim.

Resenha: Tempest


Tempest



Em 2009, o jovem Jackson Meyer descobre que pode viajar no tempo. Durante os seus “saltos” para o passado, nada muda no presente. Isso era apenas uma diversão inofensiva, até que sua namorada Holly morre durante uma invasão à sua casa. Em pânico, ele consegue voltar dois anos, mas descobre que ficou preso no tempo. Desesperado para voltar e salvar Holly, Jackson resolve tocar sua vida em 2007 e tentar descobrir o que puder sobre suas habilidades. Não muito tempo depois, as pessoas que atiraram em Holly, membros de um grupo apelidado pela CIA de “Inimigos do Tempo”, vêm a sua procura para recrutá-lo ou matá-lo. Com tudo isso acontecendo e Jackson ainda tentando encontrar pistas sobre as origens de sua família para descobrir mais sobre suas habilidades, ele precisa decidir até onde está disposto a ir para salvar Holly e possivelmente, o mundo inteiro.


Oi gente,
Deu para perceber meu sumiço né? É que eu viajei para um hotel SUPER-HIPER-MEGA-LEGAL e eu não entrei na internet nesses quatro dias! E não li nada, quer dizer terminei as 20 últimas páginas de Tempest e vou resenhar
Decepcionante e legal. A história é super original, Jackson pode viajar no tempo, mas diferentemente das viagens que conhecemos ele não pode mudar o futuro e, quando ele viaja, seu corpo continua na sua Base principal. Essa base é "onde" ele sempre tem que passar para poder saltar. Ele contou a uma só pessoa sobre suas viagens no tempo: Adam, que passa a fazer experiências com as viagens para eles saberem mais sobre elas. Essas experiências estão levando tempo demais e cada vez Jackson tem que contar uma mentira a Holly, sua namorada, sobre o que ele fará que não pode ficar com ela.
Numa bela noite Jackson está com Holly, em seu quarto na faculdade, e dois homens invadem o quarto e atiram nela, quando Holly está dando seu último suspiro Jackson salta no tempo, mas não é uma viagem normal, ele está preso dois anos atrás, 2007, e, por mais que tente não consegue voltar para seu presente, 2009. Pelo visto ele mudou sua base principal e terá que viver lá, sem saber notícias da Holly de 2009. E é nesse ano, no passado, que Jackson desvenda vários segredos, inclusive alguns que envolvem a CIA.
A narrativa é muito boa, mas é claro que eu não me identifiquei, afinal, Jackson é um homem. O livro seria perfeito se a história não tivesse seus "furos". Algumas coisas acontecem repetidamente e os "efeitos" são super diferentes. A autora deixou esses "furos" passarem despercebidos para algumas pessoas , tipo a minha vizinha, mas eu percebi e isso estragou a nota 5/5 que ele receberia, não vou contar que "furos" são esses, é Spoiler demais.
O romance entre ele e a Holly de 2009, achei muito forçado e ela aceita descobertas radicais rapidamente que, se eu soubesse dessas coisas acharia irreal e demoraria pelo menos uma semana para digrir, e a Holly de 2007, bem, fiquei com pena dela.
Soube agora que é uma série, mas não estou com AQUELA vontade de ler por causa dos "furos", mas vou para saber se a autora conserta-os.

Quem JÁ LEU e quer saber de que furos estou falando selecione o texto abaixo
Meios-saltos não alteram o futuro, nem os saltos completos, pelo menos o que ele fica preso em 2007, MAAAAS, o que ele faz para não conhecer Holly, um salto completo, muda sim. Isso quer dizer que saltos completos mudam o futuro, ou não?

Foi isso gente, Um beijo,
isa

Parceria + Resenha: Amigos Inimigos

                                       Oi gente,
Firmamos parceria com a autora Vanessa Martinelli, escritora do livro Amigos inimigos.
SOBRE A AUTORA:
Meu nome é Vanessa Martinelli Levandowski (ficou meio grande, então virou Vanessa ML, mesmo!), tenho 32 anos. Sou psicóloga em Joinville (SC), casada e tenho uma filha linda de três anos.
“Amigos Inimigos” é meu primeiro livro juvenil e trata da história de Maria e Jack, dois adolescentes que eram grandes amigos na infância, mas hoje não se suportam!

O LIVRO:

Amigos Inimigos



Maria e Jack eram amigos quando criança. Daqueles que se dorme na casa e brinca das mesmas coisas. Mas eles cresceram e a idade esmoreceu a amizade. Tomaram direções opostas. Demais até. E você? Já teve um amigo-inimigo?








RESENHA:


||Literatura|| Resenha: O jogo da mentira


O Jogo da Mentira


O jogo vai começar. Primeiro volume da nova série da autora de Pretty Little Liars, que ficou mais de 50 semanas no ranking do The New York Times e vendeu mais de cinco milhões de exemplares, O Jogo da mentira acompanha a história de duas gêmeas separadas ao nascer e unidas por um misterioso assassino. Com uma trama ainda mais intrincada e sombria, que tem início quando Emma resolve trocar de lugar com a irmã, a série repete a trajetória de sucesso de PLL, com um enredo repleto de suspense, intrigas e reviravoltas de tirar o fôlego, e uma bem-sucedida adaptação para a TV.



Emma já viveu com sua mãe, mas ela desaparecera sem deixar vestígios, desde então ela vem vivendo em várias casas de famílias que aceitaram adotá-la temporariamente. Após um vídeo misterioso ela descobre que tem uma irmã gêmea e vai correndo conhecê-la, mas o estranho, no dia em que iam se encontrar Sutton, sua irmã gêmea desaparece.
A partir daí Emma vê-se obrigada a viver na pele de Sutton, se não "será a próxima". Sem saber nada da vida de sua irmã nem como agir Emma vai vivendo, e se surpreendendo de quem era sua irmã, para descobrir seu assassino e poder voltar à sua vida normal.
Sutton e as amigas estão sempre fazendo trotes umas com as outras, esse jogo é conhecido como o jogo da mentira, cada trote tem que ser melhor que o outro. Me surpreendi com isso, logo no primeiro trote pregado fiquei abismada com aquelas garotas, e não sabia  o que mais poderiam aprontar.
O livro é narrado por Sutton, que, desde o começo do livro sabemos que está morta. Ela não é vista como ninguém, está invisível, mas pode sentir e ver tudo que a irmã. Por sabermos também o que Emma sente às vezes me senti um pouco confusa, não sabia se era o pensamento de Emma ou de Sutton, mas percebia de quem era, pela pessoa usada, no caso dos pensamentos e sentimentos de Sutton foi usado o "eu". Ao longo do livro fui me acostumando.
Para mim, está na mesma faixa de PLL, apesar de PLL ter muito mais mistério, devido aos bilhetinhos de uma certa pessoa chamada "-A". Nesse tem um bilhetinho, mas o assassino, que sabe quem Emma é, não está muito presente ou será que está?. Achei que teria bastante mistério, o que me decepcionou um pouco, sempre quando lia os livros de PLL, estava tensa a todo minuto e fazendo mil suposições, nesse não fiquei tensa todo o tempo, mas fiquei também. Isso é o que acho de interessante nos livros da Sara, cada hora você tem certeza de que foi aquele personagem que cometeu tal ato, mas uma açãozinha de outro personagem e suas fichas vão direto para ele.
Estou ansiosa para o segundo volume e mais revelações desse mundinho da Sutton.  E descobrir quem a odiava tanto a chegar ao ponto de matá-la.
Nota: 4,5

Um beijo,
Isa




[Literatura] Resenha: Museu de ladrões



Museu de Ladrões





Bem-vindo à tirânica cidade de Jewel, onde a impaciência é um pecado e a ousadia é um crime. Goldie Roth viveu em Jewel por toda a sua vida. Como toda criança da cidade, ela deve andar presa em correntes até o Dia da Separação, e é forçada a obedecer aos temidos Guardiões Abençoados. Quando o Dia de sua Separação é cancelado, por causa de uma misteriosa ameaça à cidade, Goldie não suporta a ideia de ser novamente acorrentada e foge para o Museu de Dunt, onde conhece Toadspit. No entanto, seus dias não serão mais calmos que antigamente. Os corredores do Museu são cheios de armadilhas e segredos adormecidos que se despertos podem acabar com a vida na cidade. Mas se você pensa que esse livro traz histórias de crianças, está inteiramente enganado. Morte, suspense e muita crueldade envolvem o primeiro volume desta trilogia, em que os protagonistas terão que provar suas habilidades e frieza para garantir sua sobrevivência.

Na cidade de Jewel as crianças são acorrentadas até o Dia da Separação. São acorrentadas, com o medo de que uma delas possa morrer, por doenças, fome, guerras, etc. Como antigamente, ou seja, hoje em dia.
A Protetora, quem manda na cidade, abaixa a idade da separação para 12 anos, justo a idade da nossa protagonista, Goldie Roth. Ela está feliz da vida, pois, finalmente, vai parar de obedecer os Guardiões Abençoados, quem cuida das crianças, mas ele é cancelado, crianças morrem na cidade de Jewel, devido à uma ameaça desconhecida. Goldie não aguenta mais ficar acorrentada faz uma providência: foge. Ela vai acabar no Museu de Dunt.

Um museu com muitos segredos que o Orientador quer descobrir, deixando o humor do museu, sim ele tem humor, péssimo. Para deixá-lo mais feliz os defensores, Herro Dan, Olga Ciavolga, Sinew, Broo, Morg, Toadspit e, agora, Goldie terão que batalhar, pondo suas vidas em risco para salvar a cidade dos males que o museu guarda.

Criei grandes expectativas para o livro e me desapontei. Achei que amaria como eu amo THG, por exemplo. A narrativa da autora não me transportou para Jewel, como normalmente ocorre, sou transportada para o local narrado. Apesar de ser uma trilogia a autora dá um fim a esse livro, um bom fim, que dá a entender que acabou, não tem mais história, com esse final não estou empolgada para o segundo como achei que ficaria.

Os personagens não são bem descritos, nem fisicamente, nem psicologicamente. Até a Goldie, que é a protagonista, não sei bem como ela é, nem por dentro, nem por fora.
O diferencial desse livro é que não tem nenhum romance, nenhum, mesmo. Acho que estava precisando disso depois de ter lido vários livros com bastante romance.

Se você não criar muitas expectativas para esse livro acho que vai gostar.

Beijoos,
Isa

[Literatura] Resenha: A elite



A Elite




A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos.
America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz.




Oi gente!
Eu amei esse livro, por mais  que tenha tido vontade de dar umas chacoalhadas na America para fazer ela ver que Maxon era o cara para ela, amei o livro. O jeito da Kiera Cass narra é facílimo de se ler.
Agora que restam apenas seis garotas numa "competição " que contava, inicialmente por 35 garotas a disputa está mais acirrada. America está mais indecisa do que nunca, pois não sabe se escolhe o príncipe Maxon, que a dará tudo que quer sem esforços ou Aspen, agora um Dois que, agora, poderá proporcioná-la uma vida para lá de boa. Ela não está decidida a escolher Maxon, porque, simplesmente, acha que não serve para princesa, mas eu acho que ela não deveria pensar nisso, mas sim se o seu coração diz "Maxon" ou "Aspen". Na minha opinião tinha que ser, sem pestanejar, Maxon. Por mais que eu ache isso, acho que Aspen seria um bom marido, não acredito que disse isso, porque que ama a America incondicionalmente e faria qualquer coisa para ela ficar bem e mostrar um sorriso, antes não tinha tanta certeza de que Maxon faria o mesmo para ela, mas agora tenho sim. Ela tem dois grandes pretendentes, e admito, por mais que não queira, também ficaria dividida se fosse ela.
Nesse livro há um pouco mais de foco na distopia em si, mais ataques rebeldes acontecem e novas informações são passadas sobre eles sobre um livro, que eu fiquei muito curiosa em lê-lo inteiro. Achei muito legal a autora mostra-nos mais esse lado. Tenho quase certeza que no próximo livro acontecerão coisas extraordinárias sobre os rebeldes, o que me faz ficar mais ansiosa do que estou. Juro, os escritres estão querendo que eu me interne. Estou louca pelas continuações dos livros que li recentemente. O que eles tem em mente deixando esses finais para nós?
A arte da capa está linda e só tenho que dar os parabéns a Kiera pelo livro maravilhoso que ela escreveu mais uma vez. E pela editora que deu uma diagramação linda e que não teve erros, mas que se teve foram imperceptíveis e que conseguiu não nos fazer roer mais as unhas, pois, para quem não sabe, foi lançamento mundial o que eu me fez ficar muito feliz, e acredito que não só eu.
Senti uma grande mudança na America, no seu modo de pensar e agir, ela está muito mais teimosa nesse livro, fazendo coisas de "supetão", explodindo nos momentos errados etc.  O que me deu uma raiva imensa, mas espero, de coração que ela melhore no próximo livro.
Muitas vezes me vi ficando com raiva, falando "Awn" nos momentos fofos, abrindo sorrisos etc. Se você está procurando um livro muito bom para ler, sugiro esse, mas primeiro leia A seleção, o primeiro volume e, que tenho certeza que vai se apaixonar perdidamente por ele e querer mais e mais.

Desculpe pelo sumiço, vou tentar voltar ao ritmo normal.
Grande beijo,
Isa

[Resenha premiada] Os segredos de Landara - Redescobrindo o passado






Acordar em um lugar sujo e completamente estranho parece algo insano demais, principalmente quando uma jovem percebe que está dentro de uma prisão e não consegue se recordar nem mesmo de seu próprio nome. Completamente perdida, sua única escolha é tentar se comunicar com os outros encarcerados, como James, um antigo prisioneiro que parece saber muito sobre ela. A garota descobre que está em Landara, uma ilha que abriga criaturas incríveis e civilizações bem peculiares. Para desvendar os mistérios desse lugar, terá que encontrar Klaus Leone, um cientista genial que há tempos esconde algo que poderá mudar o futuro da ilha. E ao contar com a ajuda de diversos companheiros, acabará se apaixonando por um deles. As descobertas de seu passado e sobre este mundo aumentam a cada página e, de forma surpreendente, acabam alterando o rumo da viagem, obrigando-a a enfrentar situações que ela só acreditava ser possível em sonhos. O que esta extraordinária ilha tem de tão oculta?

Já pensou acordar numa cela suja, sem memória e num lugar desconhecido, e descobrir que tem poderes? Muito louco né! Mas aconteceu com Laura, uma cientista, que trabalha há anos com Klaus, um cientista poderosíssimo,  e que têm quase todas as invenções roubadas por Patrick, que tem um castelo onde aprisiona milhares de pessoas com dons diferentes.
O poder de Laura é tão forte que ela consegue escapar dessa prisão, coisa que ninguém jamais tinha feito, e ainda levar consigo duas pessoas James, que lê a mentes e Thomas, que tem o dom de poder se transformar em qualquer coisa que já tenha visto.
Laura vai se redescobrindo e descobrindo Landara, ilha em que está, que se move constantemente, então nós, meros mortais, não sabemos de sua existência.
Laura vai atrás de sua memória e tentar desaprisionar todos que estão presos no castelo de Patrick. Achei esse gesto muito nobre.
A autor apõe um pouco de romance no livro. Por mais que com quem Laura fica seja fofo, ainda sim "shipo" muito Laura e Thomas. Acho ele muito fofo. A autora deixou ele "um pouco de lado" conforme a historia corria, o que me deixou um pouco chateada, pois adoro o Thomas e acho que ele deveria ser o dono do coração de Laura. Eles combinam demais.
Dyl é suuuuper fofo, mas aí vai um recado, meu amor : "não interrompa mais os momentos românticos de Laura!"
A narrativa da Bruna é muito boa. Ela é jovem, e seu estilo de escrita me surpreendeu. Toda a mitologia que ela criou foi bem pensada e desenvolvida. Foge muito dos clichês, o que me fez me apaixonar mais do que já estava pelo livro. Estou muito ansiosa para a continuação. O final que ela deu é tio "Omg! Cadê a continuação? Eu preciso dela AGORA!!!"
Recomendo muito a leitura. E você, que pensa que a literatura nacional é ruim prepare-se, esse livro vai te surpreender.
Nota: 5/5 <3

PS: Eu acho que os autores estão querendo que eu fique louca com o final que eles dão!

Agora vamos a aguardada promoção:
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Bjs,
Isa