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Resenha Partials






A raça humana está quase extinta após a guerra com os Partials – seres criados em laboratório, idênticos aos humanos. Eles liberaram o vírus RM, ao qual apenas uma pequena parte da população é imune. Os sobreviventes da América do Norte se reuniram em Long Island ao mesmo tempo que os Partials se retiraram da guerra misteriosamente.
Kira é uma médica em treinamento que vê, dia após dia, todos os bebês morrerem, pouco tempo após o nascimento. Há mais de uma década nenhum nasce imune ao RM. O tempo está se esgotando e, com ele, a esperança.
Decidida a encontrar a cura, Kira descobrirá que a sobrevivência dos humanos tem muito mais a ver com as ligações entre eles e os Partials do que se imagina. Ligações das quais a humanidade se esqueceu, ou simplesmente não sabia que existiam...



Oi gente,
ganhei esse livro de aniversário da minha tia, era um livro que já estava querendo há tempos desde que vi esse video da Pâm.
Em 2076 já fazem 11 anos que 99,96% da população foi extinguida por conta de um vírus, o RM, que foi lançado pelos partials. Os partials são "máquinas" criadas pelos humanos, com a aparência humana, para lutar ns guerras. Porém eles não conseguem se reproduzir e nem envelhecem.
Nos Estados Unidos se formou um "povoado" de humanos localizado em East Meadow, porém nem todos os humanos moram lá, há alguns que moram em fazendas ou são membros da voz, os rebeldes. A vida parece estar tudo bem, afinal não se vê nenhum partial há onze anos e têm uma civilização, porém o problema é que nenhum bebê sobrevive, as mulheres engravidam, por causa da Lei da esperança que diz que todas as mulheres de 18 anos para cima devem engravidar, têm um acompanhamento médico, fazem o parto em um sala totalmente esterilizada, porém nenhum bebê sobrevive mais de 3 dias, morrendo pelo RM. 
Kira trabalha na maternidade e acabou de ver uma das suas "irmãs" (quando ocorreu o break (quando o vírus RM foi lançado) as crianças perderam seus pais e os pais os filhos, então as crianças foram morar em casas com mães adotivas) perder o bebê e sua outra irmã ficar grávida. Ela não quer que Madison perca seu bebê e tem uma ideia, estudar um partial e descobrir o que faz eles serem imunes ao RM, assim salvando o bebê de Madison e outros que tem por vir.
Essa é a premissa do livro escrito por Dan Wells, que tem diálogos inteligentes e bem estruturados e uma das melhores formas de escrita já lidas por mim. Ele explica tudo bem direitinho para que nos entendamos tudo 100%, porque há muitas coisas envolvendo a medicina que só falando a gente não iria entender nada, mas ele explica tudo muito bem.
O livro têm muita ação e confesso que fico meio perdida nessas horas, meu cérebro não consegue de jeito nenhum formar uma imagem do que está lendo nessas horas, não é culpa da escrita do autor, e sim minha. 
Em East Meadow as pessoas só comem comida do "velho mundo" que, eu duvido, que não estivessem  passado da válidade após 11 anos, como o exemplo da farinha que usam em um momento do livro. Outra coisa é que ela diz que os bancos não existem mais, ou seja, o dinheiro também não, por isso tudo que têm acharam vasculhando os restos de lojas do velho mundo. Porém em muitas horas do livro aparece um vendedor de sushi e uma lanchonete. Fiquei com cara de interrogação nessas horas. 
Você começa a ler o livro sem saber direito o que está acontecendo e tudo só é bem explicado quando o livro já está no meio, acho que isso foi o único ponto ruim do livro. Porque demora a entender o que realmente aconteceu e você já precisa saber disso para entender outras coisas que estão acontecendo no momento.  
Uma obra original que super recomendo a todas as idades.

Nota: 5/5

Um beijo,
Isa

Resenha: Eu Christiane F., 13 anos, drogada, prostituída...










A obra em questão originou-se do próprio interesse de Christiane F, em romper o silêncio e relatar seu depoimento aos jornalistas Kai Hermann e Horst Rieck sobre a questão dos tóxicos entre os adolescentes. O livro tem início com o texto do processo (Berlim, 1978) em que Christiane, colegial, menor de idade, é acusada de consumir, de maneira contínua, substâncias e misturas químicas proibidas por lei. Foi acusada também de ter-se entregado à prostituição, com o propósito de juntar dinheiro suficiente para comprar drogas. Após tudo isso, sua família se desestruturou; o pai ficou desempregado, a mãe pediu o divórcio, e o inferno instalou-se no seio da família. Christiane era surrada sempre e o lar, por ter-se transformado num ambiente hostil, fez com que ela procurasse as ruas. O livro intercala o depoimento de Christiane com o de sua mãe, de policiais que tiveram contato com a menina, e de psicólogos. De Christiane F. sabe-se que ela esteve longe das drogas por cinco anos, depois de o livro ser publicado, e que vivia com um músico alemão famoso. Atualmente, tem uma filha de três anos.



Oi gente, como vocês sabem, comprei esse livro na minha visita ao sebo.
O livro vai contar a história de Christiane que entrou no mundo das drogas para entrar na turma em que achava que era legal. no começo só fumava as drogas não pesadas, como o haxixe.
Detlef
Christiane conhece outras pessoas nesse meio, como Detlef, que será seu namorado. Christiane começa a se picar, ou seja se drogar com heroína, junto com Detlef. Eles tinham certeza que nunca chegariam na dependência física, o fundo do poço. Mas acontece que eles chegam, e a prostituição de Detlef não consegue ganhar marcos (o dinheiro da Alemanha) o suficiente para as picadas diárias deles, então Christiane tem que começar a se prostituir para conseguirem suprir suas necessidades. Esse trottoir ocorria na estação Zoo.
A mãe de Christiane um dia descobre que ela se pica e começa a fazer uma desintoxicação em casa, Detlef participa. Tudo vai bem, até que o parceiro da mãe de Christiane, Klaus, não quer mais que Detlef more na casa deles, alegando que a casa é muito pequena e que eles não têm condição de alimentar mais uma boca. Isso foi o que arruinou a desintoxicação, porque Detlef vai morar com dois viciados, isso leva ele a voltar a se prostituir na estação Zoo e a se drogar, e isso leva Christiane a voltar a esse mundo também, porque Detlef diz que se ela quiser vê-lo tem que ser onde ele faz Trottoir.
Christiane tenta muitos tratamentos, mas sempre volta as drogas. Por mais que tenha gostado de Detlef, ele é quem ferra a vida de Christiane, que sempre a traz de volta ao mundo da Heroína.
Esse livro mostrou o que as pessoas (meus pais) sempre falam: experimentou, não há mais volta. Por mais que Christiane tenha tentado de diversas maneiras se desligar desse mundo ela não consegue, é mais forte que ela.
Me deu muita pena da Christiane, ela tinha um futuro brilhante, era inteligente, tirava boas notas, é uma menina de bom coração, e acho que isso ajudou ela a não ter feito coisas piores.
A narrativa dela é muito boa, a gente realmente sabe como era luta psicológica com a luta das drogas.
Esse livro me fez ver que realmente as drogas não levam a nada.
Meus pais me educaram fortemente nesse ponto, e esse livro aumentou os ensinamentos e a ficar realmente longe das drogas.
Christiane
 Ela até muda de cidade e começa a se esforçar nos estudos, mas quando seu dossiê chega nas mãos dos diretores ela é expulsa da escola. Isso faz com que ela pense que seu futuro será NADA, porque seu passado sempre vai acabar com qualquer chance. O que acho que é errado, porque ela estava realmente se esforçando para ser uma garota direita e isso (de não aceitarem seu passado)  desestimula muito ela e ela volta a se drogar, afinal mesmo estando clean não existe um futuro bom para ela, o que ela e Detlef sonhavam. Acho que deveriam dar mais uma chance para ela, afinal as pessoas mudam.


Um beijo,
Isa

Resenha: 10 coisas que nós fizemos (e provavelmente não deveríamos)

Dez coisas que nós fizemos

Se tivesse a oportunidade, que adolescente de 16 anos não mergulharia de cabeça na chance de ir morar com um amigo e viver sem os pais? Nesta engraçadíssima história, Sarah Mlynowski investiga o coração e a mente de uma garota que está, pela primeira vez, por conta própria. Para chegar ao fim do ano, ela precisará fazer malabarismos com um triângulo amoroso, aprender a lavar roupa e aceitar que seu mundinho pode estar prestes a ser detonado… por cada coisa que não deveria ter feito.







April tem 16 anos e há dois anos passou por uma depressão quando seus pais se separaram e sua mãe se mudou para Paris. April se sentiu abandonada. Passou por toda essa "barra" com a ajuda de suas amigas, mas mais importante com ajuda de Noah, seu namorado. Agora April está prestes a se mudar, seu pai e sua mulher, Penny estão se mudando para Cleveland, Ohio, e querem que ela vá, porém ela consegue ficar. Ela vai morar na casa de sua amiga Vi,  porém seu pai não sabe que a mãe de Vi vai passar uma temporada fora de casa atuando em um espetáculo, Mary Poppins. Então é somente Vi e April. 
O livro é dividido em 10 capítulos (as 10 coisas), nesses capítulos há "subcapítulos", que são narrados tanto no presente quanto no passado, que nos ajudam a ver como o passado a transformou. April passa o livro inteiro dizendo que ama Noah, mas em nenhum momento eu senti o amor, normalmente os livros passam seus sentimentos para nós, tensão, alegria, tristeza, amor. Porém não foi o que aconteceu e, para mim deixou muito claro o que aconteceria. A narrativa é um pouco fraca e eu realmente não senti que me prendeu, só continuei porque queria dar um freeze na minha cabeça após ter lido A casa de Hades, que é bem tenso. Me fez esquecer um pouco das preocupações do mundo real e só me divertiu, às vezes me fazendo gargalhar.
A narrativa é leve e um adulto com certeza não gostaria,  o livro é bem  teen. Os adolescentes vão amar e querer estar na pele de April, sem supervisão de um adulto para fazerem o que quiserem.

Nota: 3,5

Beijos,
Isa

Resenha: cidades de papel


Cidades de Papel





Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.
Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.
Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.


Oi gente, 
Depois de um mês do lançamento consegui ler Cidades de Papel do meu querido e maravilhoso, John Green.
Quentin, ou Q, sempre foi apaixonado por Margo Roth Spiegelman, mas ela nem "dava bola" para ele. Numa noite, que Q achava comum, Margo, entra pela janela de seu quarto e o convida para sair com ela. Não, não é um encontro ou coisa do tipo, Margo quer aprontar todas com seu (ex-)namorado, Jase, com Becca, com quem Jase a traiu, e com Lacey, que sabia do caso e não contou a Margo. Uma noite inesquecível para Quentin.
No dia seguinte, ele estava ansioso para saber como Margo o trataria e os outros, porém ela não vai à escola. "Normal", até porque Margo já fugiu de casa várias vezes, deixando "pistas" para onde tinha ido, mas as pistas eram tão vagas que ninguém nunca "matou a charada". Depois de alguns dias Quentim começa a querer procurá-la, e todas as pistas que vai achando tem certeza de que são para ele. De que ela o escolheu para achá-la, como naquela noite.
Com a ajuda de Radar, Ben e Lacey eles vão atrás de Margo e de suas pistas que mais parecem ruas sem saídas. Mas Quentin não vai desistir até encontrá-la, nem que seja numa cidade de papel...
Amei. Mais um livro magnífico de John Green. É isso que gosto nele, ele consegue escrever vários tipos de livros, nerds (O teorema Katherine), drama (A culpa é das estrelas e Quem é você, Alasca?) e até um tipo de mistério, como é o caso e não deixarem de ser bons. A narrativa dele é muito boa. O livro é muito inteligente e como sempre, tem aquela pegada nerd. Os personagens que ele construiu são divertidos, interessantes e super reais.
Uma coisa que achei parecido é que, como em  Quem é você ,Alasca? Quentin, assim como Miles, tenta descobrir quem realmente é Margo. Quanto mais pistas ele acha , mais ele pensa que não a conhecia ela, então, quem realmente é Margo Roth Spiegelman?
Uma coisa que me irritou muito é que NADA acontecia, pistas e mais pistas para nada, acho que faltou ele por alguns acontecimentos, para dar mais ânimo ao leitor. Mesmo com esse defeito o livro não deixa de ser genial, mais uma obra maravilhosa do John Verde.

Nota: 4,5/5

Beijos,
Isa


||Literatura||Resenha: Faça seu pedido


 Faça Seu PedidoNome do LivroFaça seu pedido
AutoraMandy Hubbard
Editora: Gutemberg
Onde comprarSaraiva
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SINOPSE:
Kayla McHenry está tendo o pior aniversário de dezesseis anos da história! E não é só porque ela é diferente. Fica difícil se divertir quando você está apaixonada pelo namorado da sua melhor amiga. Na hora de assoprar as velinhas, Kayla faz um pedido: “Eu desejo que todos os meus desejos de aniversário se tornem realidade. Porque eles nunca se realizaram”. Na manhã seguinte, ela acorda e vê um Meu Querido Pônei cor-de-rosa pastando em seu jardim. No dia seguinte, depara-se com um carregamento de chicletes de bolinha para um ano inteiro. E, então, um cara meio plastificado chamado Ken aparece e começa a segui-la por toda a cidade, a bordo de um conversível! A cada dia, um novo desejo se torna realidade. Mas… isso PRECISA PARAR. Porque, quando fez quinze anos, Kayla desejou ganhar um beijo de Ben Mackenzie… E Ben, agora, é nada menos que o namorado de sua melhor amiga!

RESENHA:
Kayla teve sua festa de dezesseis anos em que pediu que todos os seus desejos de aniversários se realizassem porque nenhum deles nunca se realizou. Na manhã seguinte ela encontra um pônei rosa em seu jardim, na outa manhã sua boneca, Ann, ganha vida e assim por diante.
Kayla não se lembra de todos os seus pedidos de aniversário, mas se lembra de um em especial, que fez em seu aniversário de quinze anos: beijar Ben. Mas Ben não é ninguém menos que o namorado da sua melhor amiga, Nicole. E por mais que Kayla goste de Ben ela não acha certo trair sua amiga que fez tanto por ela durante esses anos.
Tem alguns desejos bem bizarros, mas é justificável. Pois aposto que você já desejou algo igual, ou bem parecido. O livro é narrado em primeira pessoas, então sabemos o que Kayla pensa.
O final não me agradou muito, por isso não foi um livro sensacional.
Eu gostei do livro, não é AQUELE livro, mas é bom. Que quiser ler saiba que vai se divertir. Uma coisa que eu acho que devo ressaltar é o cheiro. É MUITO BOM. Se estiver passando na livraria e vir esse livro, pega ele e cheira. Tenho certeza que não vai se arrepender!

Beijos,
Isa 

||Alternativo|| Dia internacional da mulher


Oi gente, tudo bem?


Primeiramente: Parabéns mulheres!
Bom, para quem não sabe hoje, dia 8 de março, é o Dia Internacional da mulher. Eu sabia disso, mas porque é que hoje é considerado o Dia Internacional da mulher? Com essa pergunta na cabeça fui pesquisar.
 Bom, todo mundo sabe como era/é difícil ser mulher. Na revolução industrial muitas mulheres começaram a trabalhar, além de trabalhar 16 horas elas tinham que cuidar dos filhos, da casa e ainda ficar bonita para o seu marido. No dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecido, fizeram uma grande greve, em Nova Iorque, exigindo que abaixassem as horas de trabalho, de 16 horas para 10 horas, queriam também  tratamento digno no ambiente de trabalho e queria ganhar o mesmo, acreditam que as mulheres, executando o mesmo tipo de trabalho chegavam a receber um terço do salário dos homens? Uma barbaridade! As grevistas foram trancadas na fábrica, que incendiou e 130 mulheres morreram.

Em 1975 a data foi oficializada pela ONU. O objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade e reivindicar os seus direitos, que, até hoje, século XXI, as mulheres ainda ganham menos do que os homens, no mesmo tipo de trabalho, são violentadas, entre outras coisas.

Fonte
Parabéns para nós mulheres que continuamos a lutar por direitos iguais aos do sexo masculino.

Um beijo,
Isa